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terça-feira, 26 de maio de 2015

TA CHEGANDO A ANÁLISE POBRE DO THE WITCHER 3: WILD HUNT

Ta chegando, seus lindos! A análise mais irreverente da internet, feita por quem menos deveria fazer esse tipo de texto: Alguém que nunca jogou o game!
Aguardem e confiem.
Aproveitem e leiam a Análise de um Gamer Pobre de:


Vocês vão acabar gostando de uma dessas aí. Juro ( ͡° ͜ʖ ͡°)

Enquanto isso, fiquem com esse gif, maraviwonderful de The Witcher 3.


Na moral, preciso de um amigo com esse game disponível só pra eu matar essa fissura que eu to pra jogar esse game!

domingo, 17 de maio de 2015

Análise de um Gamer Pobre #03 - Project Cars


Fala ae habitantes internéticos. Tudo bão?
Demorou demaaaaais, mas finalmente chegou a hora!
A análise daquele que foi anunciado como o Kratos dos simuladores. O Masterchief dos games automobilísticos. O Dovakin das pistas. O Mário dos gráficos ultrarrealistas.
Ele: PROJECT CARS.

Com tanto hype, dá praticamente pra gente sentir na pele o peso que a Bandai Namco teve nas costas ao anunciar esse projeto audacioso que prometia revolucionar para sempre os simuladores de corrida.
E na análise deste gamer pobre, que não jogou (e provavelmente não o jogará porque não tem dinheiro), você verá se eles conseguiram.

Gráficos

Bem, o que dizer desse visual MAGNIFICAMENTE lindo, que eu mal conheço e já considero pakas?

Visualmente Project Cars é impecável. Não deve em nada para games já lançados e consagrados como Forza, Gran Turismo e GRID.


Os carros, as pistas, tudo foi meticulosamente pensado e reproduzido para que o jogador ficasse praticamente hipnotizado com o que está vendo na tela, tanto nos consoles quanto no PC.
Uma menção mais do que honrosa deve ser feira às corridas com chuva. São perfeitas! As gotas caindo no capô do carro, os respingos nos vidros embaçados, o efeito da água nas pistas, ficaram excepcionais. Neste quesito a produtora só não surpreendeu mais porque desde alguns meses atrás, já eram divulgadas algumas imagens e vídeos com essas ambientações. Na verdade a surpresa foi eles terem justamente conseguido entregar aquilo que foi mostrado, no fim das contas.


Apesar disso, nem tudo são rosas. Com relação às colisões, o jogo acaba por ficar devendo em realismo. Não que eu esperasse carros pegando fogo depois de uma batida, ou pilotos voando pelo para-brisas. Mas, né!? Algumas vezes o camarada bate de frente e amassa a parte traseira do carro... Tindi não.

Áudio

Sabe no Gran Turismo quando você acelera um carro pracaralho muito e o barulho dele começa a ficar parecido com o da motosserra de uma pegadinha qualquer que você viu no Faustão? Bem, você não vai achar isso aqui, boy.
Os sons dos bólidos ficaram bastante agradáveis de se ouvir e transmitem uma imensa sensação de fidelidade sonora. Dos karts aos sinistros McLaren P1, o ronco dos motores é atraente e vai te fazer ficar vidrado na hora das trocas de marcha no momento certo enquanto estiver nas corridas.

Jogabilidade

Então, Project Cars não é um jogo pra qualquer um. Se você se considera piloto de fuga porque consegue fazer drift no Mario Kart, meu conselho é: procure alguém que tenha comprado o jogo e peça para testar porque aquilo não é só mais um joguinho de corrida. O vídeo que o BRKsEDU fez é o melhor exemplo disso que eu consegui encontrar. Assistam aí e entendam o que eu quero dizer:



No modo carreira o jogo te permite iniciar sua carreira (não! jura??), podendo passar pelos karts e galgar seu caminho a até a prestigiada e fictícia fórmula A (já que a Codemasters ainda detém os direitos da Formula 1) ou outra categoria prestigiada que eles têm no jogo. Isso deve ser bacana para aqueles que apreciam o mundo automobilístico.

As opções de ajuste dos controles são vastas. E eu não quero dizer vastas tipo o mapa de Skyrim. Eu quero dizer que se você for ajustar tudo minuciosamente, você provavelmente vai desistir de jogar.

Mas o jogo recompensa aqueles que resolvem se aventurar por suas pistas depois de terem configurado apropriadamente seus controles de acordo com suas habilidades. Em todos os gameplays que eu assisti eu fiquei apreensivo na horas das ultrapassagens e vibrei quando o jogador conseguiu fazê-las com sucesso e também quando venciam as corridas.

Online

Nesta parte o jogo é simples, objetivo e divertido. O jogo funciona bem e só de você saber que está competindo contra pessoas de verdade, te dá uma sensação ainda maior de realismo já que você não pode "prever" exatamente como um ser humano vai agir diante das suas manobras e tentativas de ultrapassagem.

Conclusão: 

Desde o início desta análise você viu que eu avisei que Project Cars não é um jogo para qualquer um. Não espere um novo Need for Speed, ou algo fantasioso como Mário Kart. Aqui é onde os homens são separados dos garotos. E se você não tem experiência alguma com simuladores de corrida de verdade, o game pode valer a pena se você tiver paciência para aprender e configurar os controles e dificuldade do game.
Àqueles que procuram por uma simulação de qualidade, em que é possível perceber que a influência dos pilotos profissionais consultados durante o desenvolvimento do jogo, fica apenas um conselho: Se você não comprou ainda, COMPRE!
O jogo não é perfeito e como tudo na vida ele tem suas imperfeições. Mas aqui, elas são tão pequenas que não vão atrapalhar a sua diversão e de quebra a tendência é de que você vicie no game!

Enfim, se essa análise agradou você, e te fez ficar com vontade de comprar o game, dê preferência pra esses links ali em cima. Assim você me ajuda a quem sabe um dia conseguir comprá-lo também e me incentiva a continuar com esse blog e as análises!

PS.: Fica aqui um gif que me fez rir por alguns minutos:



sábado, 18 de abril de 2015

Análise de um Gamer Pobre #02


Olá Internet!!!
Estamos chegando mais uma vez nessa parada com voadora de dois pé, muita sanguinolência, e dublagens terríveis!

Hoje, é com muita satisfação que a Análise de um Gamer Pobre irá falar de um dos jogos de luta mais famosos e com certeza, uma compra obrigatória para os saudosos fãs de golpes absurdamente surreais e visualmente perturbadores de todos os tempos: MORTAL KOMBAT X.
Lembrando que eu não joguei o game ainda. Esta análise foi feita com base em vídeos, imagens, e opiniões de outras pessoas da internet, como Guilherme Gamer, IGN, Techtudo, Gamespot e etc.
Vi o que eles acharam, assisti e li o material deles, entre outros, e fiz a minha análise. Simples assim.


Vamos lá!
Anunciado em meados de 2014, esse jogo gerou uma expectativa enorme, principalmente pelo teaser em que Scorpion e Sub-Zero lutam em um terreno gélido. À época, muita gente se empolgou com os gráficos mostrados naquele teaser, apesar de parecer se tratar de apenas uma animação renderizada, já que apesar de o antecessor, Mortal Kombat 9, ter gráficos lindos, o que o teaser mostrava era uma evolução imensa!


Bem... É inimaginável o prazer que eu sinto em ver que as pessoas que esperavam por aqueles gráficos não foram desapontadas.
Mortal Kombat X surgiu com visual de encher os olhos! São tantas partículas, tantos detalhes no cenário, um background que te ambienta com a arena e claro, tanto sangue!
Os golpes X-ray ganharam uma caprichada que se por um lado é bom por causa do realismo, por outro, fez a pessoa que estava assistindo os vídeos comigo sair de perto e dizer que nunca na vida dela iria jogar isso. Simplesmente magnífico!

Os fatalities continuam sangrentos como sempre e isso é mais um ponto positivo. Nesta edição do games está sendo possível comprar atalhos para os fatalities! Com isso eles podem ser executados sem as sequências desafiadoras das antigas. Isso também é muito bom... Sério. Vi algumas pessoas saudosistas usando o mesmo mimimi de sempre para falar mal dos atalhos, que tudo é mais fácil agora e que na época deles não era assim. Bem, se antigamente houvessem tais atalhos, acredito que muita gente usaria. Certeza.

Outra coisa que mudou na execução, mas que ainda tem o resultado ótimo de sempre foram os Brutalities. Se antes eram combos de chutes e socos que explodiam o corpo do adversário, agora eles se tornaram combos cinematograficamente fantásticos que ainda explodem o corpo dos adversarios. Ou na maioria dos casos, parte dele.
Executar um brutality antes era maravilhoso. Sem duvida. Mas era repetitivo de assistir.todos os personagens batiam e batiam e batiam ate que o adversário explodisse. Agora, rapeize, você vê o Jax explodindo pernas, Ermac meiando pessoas, e para não dizer que não há golpes frenéticos, saquem só o brutality do Kung Lao:

Kung Jin, Bitches

Como já era de se esperar, o jogo conta com uma boa gama de lutadores.Muitos são figurinhas carimbadas como Sub-Zero, Scorpion, Liu Kang e Raiden. E também houve a adição de novos personagens. Alguns muito bons, a exemplo do supreendente Kung Jin.

Fãs mais antigos sentirão a falta dos robôs Sektor e Cyrax. Não me surpreenderia se eles forem lançados em um dlc no futuro.
Se bem que, compensando esses dois nós temos Jason e Predador como lutadores convidados. *-*



Algo que vale a pena ser mencionado sobre os lutadores é a possibilidade de escolher o estilo de luta dele. E isso faz MUITA diferença. Golpes mudam, a agilidade, combos. Confiram no vídeo abaixo um exemplo.


Totalmente Excelente!!!

Não vou me aprofundar na história da campanha principal. É um plot que se passa 25 anos após os acontecimentos de Mortal Kombat 9. O que explica o envelhecimento de alguns personagens e te da um sentido para a existência da Cassie Cage, por exemplo. Se quiserem ler sobre a história da campanha principal, leiam a análise do IGN (Sim. Em inglês. Deal with it)

D'Vorah, umas das novas lutadoras, arrebentando Sub-Zero
A mecânica de MKX faz dele o melhor de TODOS (mamilos) os outros no quesito jogabilidade. Desde movimentar os personagens, até a realização das combinações e combos acontecem de forma fluida. Dá gosto de jogar!

O multiplayer é ótimo. Sério. Não vou falar do multiplayer aqui, porque é ele não INOVA nos modos de jogo. Mas isso o torna menos divertido. Você pode desafiar seus amigos ou desconhecidos para lutas on-line, e bem, isso é o multiplayer.

Agora... sobre as vozes do jogo.
A dublagem em audio original não decepciona. É muito boa e os efeitos sonoros também ficaram bem fiéis. 
Porém, apesar do esforço realizado pela produtora do jogo para trazê-lo ao Brasil totalmente dublado, uma coisa não pode passar despercebida: POR QUE ELES CHAMARAM A PITTY? E pior, porque não deixaram que ela se expressasse enquanto lia a porra do roteiro que dela a ela?
É como se ela tivesse em uma sala, com um microfone e uma folha de papel. Ela não estava vendo o que estava acontecendo na tela, pra poder reproduzir as falas de maneira tão artificial. Uma pena.
Depois do trabalho do Roger em BF Hardline, agora foi vez de outro famoso nacional ficar mal falado nos games.
As produtoras precisam aprender que ganharão muito mais chamando dubladores de verdade, do que chamando pessoas que fazem sucesso com as vozes de outra maneira.

No fim, a Pitty não consegue equalizar a cara de ninguém no jogo, mas isso não deixa o torna pior.

Nota 9/10 para Mortal Kombat X.
Poderia dar 8, pelo atraso repentino das versões de PS3 e Xbox 360. Mas nãããão.

Compra muito mais do que obrigatória para fãs dos jogos anteriores e para aqueles que estão começando agora no mundo da pancadaria virtual.

Se ficou interessado no game, pode comprá-lo em um dos links abaixo:

XBOX ONE
http://oferta.vc/7exs

PS4

PC

Para visualizar os links, desative o adblock.
Pelo preço, acredite, vai valer a pena
=)

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Análise de um Gamer Pobre #01

Hora de inaugurar uma coluna nesse blog. E é com orgulho que apresento-lhes: Análises de um Gamer Pobre.
Periodicamente eu irei fazer análises de jogos que por motivo$ que ficarão óbvios, eu ainda não joguei e quiçá, talvez nunca chegue a jogar. Afinal, já que hoje em dia ninguém precisa saber de alguma coisa para dar sua opinião na internet, por que não posso fazer o mesmo? rsrs

Inaugurando a coluna, temos o Dark Souls 3 Bloodborne (Sanguenascido). O irmão do Demon Souls e Dark Souls, com outro nome.



Pelo que vi (nos diversos vídeos de gameplay no youtube, trailers e imagens), o jogo está MUITO lindo.
A criação do personagem, que distribui seus atributos utilizando sua origem, e não simplesmente te atirando alguma classe genérica é um destaque, na minha opinião de merda.
Os gráficos do jogo ficaram simplesmente espetaculares! Dá um show sobre os irmãos Souls! A nova geração não para de me surpreender com os detalhes, as minúcias que as desenvolvedoras colocam no jogo. Desde a movimentação do seu personagem, sua roupa balançando, até os pelos dos inimigos "mutantes", o cuidado que a desenvolvedora teve com o jogo é memorável.



Os combates mais uma vez não estão fáceis. Ainda mais pra galera acostumada com vidas e continues infinitos de hoje em dia. A mecânica permanece bem próxima do que foi mostrado em Dark Souls e ao mesmo tempo que te dá um desafio perturbador em alguns momentos, é bem recompensador derrotar um inimigo mais forte que você.
Um ponto que vale a pena ser mencionado são as ARMAS DE FOGO. Sério. ARMAS DE FOGO!!!!
Preciso dizer mais alguma coisa? =P



Outro ponto que merece destaque: A trilha sonora.
Galere, a trilha sonora ficou muito foda! Até quando você está apenas explorando um local, andando pelo mapa tentando encontrar o caminho correto, ela não te deixa esquecer o ponto principal da porra toda: Você está fudido!
Em conjunto com os já elogiados gráficos, esse jogo se torna uma aquisição obrigatória para aqueles que não temem o desafio e não se importam de apelar com um jogo. ;)

Enfim, recomendo fortemente o Sanguenascido Bloodborne. e eu nem mesmo o joguei!
Se essa pequena Análise de um Gamer Pobre te deixou interessado nesse game, você pode adquiri-lo no submarino pelo link abaixo:

Para visualizar o link, desative o adblock.
Pelo preço, acredite, vai valer a pena
=)


Mais uma vez, essa análise e outras futuras foram baseadas em gameplays do youtube e imagens que eu vi na internet.
Não vi ninguém reclamando deste jogo. E já que ninguém que o tem fez isso, o que me daria o direito de reclamar né? (mentira. Se o jogo fosse uma merda, eu teria dito que achei uma merda.)

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